HÉBER ALMEIDA
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
segunda-feira, 1 de abril de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Forças e fraquezas da bancada evangélica no Congresso Nacional
A reviravolta envolvendo Marco Feliciano expôs a fragilidade da bancada evangélica, cuja maioria dos parlamentares é aliada do governo petista e, ao mesmo tempo, quer combater a agenda abortista e homossexualista
“O Senhor disse que aqueles que querem viver piedosamente serão perseguidos. Estamos vivendo um ensaio daquilo que ainda virá com mais intensidade contra os cristãos”. Com essas palavras, o Dep. Henrique Afonso (PV-AC) deu um alerta num culto da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) na manhã da última quarta-feira na Câmara dos Deputados.
Esses cultos ocorrem semanalmente. Os parlamentares que são pastores fazem um rodízio. A cada semana, uma dupla divide a direção do serviço e a pregação do dia.
Marco Feliciano
O alerta de Henrique Afonso estava relacionado aos tumultos esquerdistas e gayzistas provocados com a eleição de Marco Feliciano (PSC-SP), pastor da Assembleia de Deus, para a presidência da Comissão de Direitos Humanos. Feliciano enfrenta hostilidade de grupos abortistas e homossexualistas por sua conhecida postura nessas questões. Ele vem sofrendo ataques até de grupos evangélicos supostamente não esquerdistas, mas os ataques principais estão vindo de grupos esquerdistas, inclusive evangélicos, que enxergam nas posturas dele um retrocesso na agenda socialista que vem sendo avançada há anos no Brasil.
Muitos desses grupos, inclusive a mídia esquerdista, se utilizam de algumas das opiniões desarticuladas dele para tentar derrubá-lo. Uma dessas opiniões é que os africanos, que presumivelmente são descendentes de um filho que Noé amaldiçoou, estão sob maldição. Quando Feliciano explicou que toda maldição é quebrada em Jesus Cristo, os críticos não se importaram em dar o mesmo destaque para sua explicação. Eles preferiram continuar acusando-o de racista, embora, tecnicamente, ele seja negro, por ser pardo.
De longe, a opinião dele que é mais detestada é seu apego às palavras da Bíblia que dizem que Deus condena toda prática homossexual. Nessa questão, por mais articulado que Feliciano ou outro cristão fosse, ainda assim a mídia o rotularia de “homofóbico” — termo vago que, de acordo com os homossexualistas, pode significar tanto o assassino de homossexuais quanto o pastor ou padre que pregar que Deus condena a homossexualidade.
Os ataques contra Feliciano deixaram a FPE ainda mais nos holofotes, por causa do marcado ódio das esquerdas contra ele. Não que não haja esquerdistas na FPE. Há e muitos. O problema das esquerdas com a FPE é que algumas posturas da bancada evangélica, como a oposição ao aborto e ao homossexualismo, são uma afronta contra as atuais prioridades socialistas.
Presença evangélica na política é histórica
Contudo, a presença de evangélicos na política não é novidade. Assim como os cultos na Câmara dos Deputados, a realização de cultos evangélicos no Congresso dos Estados Unidos é comum desde a época de George Washington, o primeiro presidente americano. A história americana está repleta de influências cristãs. Billy Graham, o maior evangelista do mundo, foi conselheiro de vários presidentes americanos.
Na Inglaterra, a influência evangélica na política era visível no movimento abolicionista, organizado por um grupo de doze evangélicos. A iniciativa, pois, de abolir a escravidão começou não com ateus nem socialistas. Começou com políticos evangélicos.
Com exceção da questão do aborto e homossexualismo, políticos da FPE são em grande parte iguais aos outros
Em Brasília, o que chama a atenção da FPE é seus parlamentares que, apesar de pertencerem em grande parte a partidos de linha esquerdista, se articulam, em maior ou menor grau, em defesa da família: contra a legalização do aborto, o casamento gay, a eutanásia e a liberação das drogas. No total, os evangélicos representam apenas 14,2% dos deputados e 5% dos senadores.
A FPE também não foge à regra do Congresso Nacional quando o assunto são denúncias de corrupção. Dos 73 integrantes na Câmara, 23 respondem a processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Há acusados de corrupção, peculato (desvio praticado por servidor público), crime eleitoral, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e estelionato.
De forma semelhante, os parlamentares evangélicos também não fogem à regra quando o assunto envolve aliança com o governo socialista do PT. A maioria dos membros da bancada evangélica são políticos que fazem parte da base do governo petista, acumulando poder político para si mesmos e para o próprio partido que mais gera projetos nocivos contra a família brasileira.
O deputado João Campos (PSDB-GO), pastor da Assembleia de Deus e presidente da Frente Parlamentar Evangélica, reconhece que os desvios éticos prejudicam a imagem dos parlamentares da FPE. Ele diz: “Se tiver um processo de corrupção, é claro que incomoda. A exposição negativa pode prejudicar, mas acho que faz parte do processo”.
Abrindo o caminho para o PT na FPE
A Frente Parlamentar Evangélica foi criada em 2003. Três anos depois, bem na época da eleição de 2006, o Congresso foi “providencialmente” atingido por um escândalo que destruiu a reeleição de vários parlamentares evangélicos: a Máfia das Sanguessugas, que desviava emendas parlamentares e abastecia os bolsos de deputados e empresários, envolveu 23 integrantes da bancada. Desses, dez eram da Igreja Universal do Reino de Deus e nove pertenciam à Assembleia de Deus.
Alguns apontaram esse escândalo como uma armação, pois esse tipo de problema não é incomum entre parlamentares, especialmente do PT, que tinha grande interesse na derrubada de certos parlamentares evangélicos que lideravam a FPE e a mantinham relativamente longe do governo petista. O fato é que com a derrubada de vários deputados evangélicos nas eleições de 2006, o caminho estava aberto para o PT.
A “armação” se completou quando o Bispo Manoel Ferreira, que foi eleito deputado federal, se tornou o novo presidente da FPE. Ferreira, que era o presidente da segunda maior denominação assembleiana do Brasil, se tornou um conhecido aliado do Rev. Moon e Lula. Na eleição presidencial de 2010, Ferreira desistiu de uma candidatura de senador apenas para atuar como o “ministro” de Dilma para assuntos evangélicos. Nenhum líder evangélico trabalhou tanto pela eleição da dama vermelha do que o bispo assembleiano.
Ferreira era um líder evangélico em quem o PT podia confiar. Aparentemente, sua forte amizade com o PT evitou que seus escândalos o derrubassem.
Além dos deputados, quatro senadores compõem a FPE. A maioria desses 77 parlamentares pertence à base da presidente Dilma Rousseff. Como é de esperar, eles sempre acabam mostrando incoerência: apoiam o governo em tudo o que envolve políticas socialistas, desde economia até educação, mas divergem quando o governo quer, por exemplo, distribuir o kit-gay nas escolas primárias ou legalizar o aborto. Em outras questões, como a Lei Anti-Palmada, avidamente buscada pelo PT, a bancada evangélica se divide, devido ao próprio socialismo interno.
Henrique Afonso: contra o aborto e o homossexualismo, mas na órbita socialista
A parceria com um governo petista é a maior contradição dos parlamentares da FPE porque o PT tem como postura oficial a legalização do aborto e a promoção da agenda gay. O autor do alerta da última quarta-feira no culto da Câmara sabe bem disso. Henrique Afonso, que é pastor presbiteriano, foi integrante do PT até 2009, quando acabou punido por não querer deixar de se opor ao aborto.
“Nós tínhamos uma cláusula de consciência quando eu entrei no PT, e isso me garantia a expressão da minha cosmovisão”, explica Afonso. “A partir do momento em que tiraram essa cláusula de consciência e passaram a defender explicitamente a descriminalização do aborto e outras matérias associadas à bioética, eu tive de ter um posicionamento contrário.”
Afonso, que vem de origens comunistas, vive ainda uma trajetória política dentro da órbita socialista, mas se desvia de seus camaradas quando o assunto envolve aborto e homossexualismo.
Ele entrou no PV (partido igualmente socialista e abortista) porque, na época, o PV tinha como sua maior estrela política a ex-senadora Marina Silva, também evangélica. Afonso esperava ajudar a candidatura de Marina à presidência. Mas agora ela está criando um novo partido, a Rede Sustentabilidade, para disputar as eleições presidenciais de 2014. Diferente de Afonso e outros parlamentares evangélicos que são claros sobre aborto e homossexualismo, Marina é ambígua e vaga nessas questões.
Parlamentares socialistas da FPE
Anthony Garotinho, um dos líderes da FPE, afirma que a laicidade do Estado é uma bandeira dos protestantes. “O que não pode é misturar a sua fé com a laicidade do estado”, afirma ele. O caso do ex-governador do Rio de Janeiro, que tem um histórico marxista, é confuso: Ele começou a frequentar em 1994 a Igreja Presbiteriana do Brasil, sob a influência de Caio Fábio, mas suas ideias e posturas continuam na órbita socialista.
A presença forte do socialismo entre parlamentares evangélicos apenas reflete a realidade cultural do Brasil, onde todos, desde a escola até a universidade, são fartamente doutrinados no “evangelho” de Karl Marx.
A presença dos evangélicos no Congresso é apenas o resultado de uma realidade demográfica: o rápido crescimento das igrejas evangélicas, especialmente as pentecostais, inevitavelmente fortalecerá a presença de pastores pentecostais nas esferas de poder. A bancada evangélica, aliás, permanecerá em evidência na medida em que aumentarem os embates culturais envolvendo o aborto e o homossexualismo. A pressão, até mesmo de setores evangélicos, para que Marco Feliciano deixe a presidência da Comissão de Direito Humanos continua crescendo e aumentando os holofotes sobre a FPE. Apesar dos ataques, ele permanece firme na decisão de não renunciar.
Enquanto isso, o governo petista e seus aliados não estão nada contentes com a decisão de Feliciano, provocando mal-estar em muitos parlamentares evangélicos, que preferem a grande contradição de protestarem contra a agenda abortista e homossexualista, mas viverem grudados no próprio governo que avança essa agenda, sem enxergarem que o socialismo não está apenas destruindo as bases da família natural, mas também as bases da igreja, da sociedade, da economia, da educação e da própria sobrevivência humana.
Com informações da matéria “Vinde a mim os eleitores: a força da bancada evangélica no Congresso” da Veja online de 23/03/2013.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Missionários brasileiros continuam presos no Senegal
Os missionários José Dilson Alves da Silva e Zeneide Moreira Novais continuam detidos no Senegal. Eles foram presos em novembro sob acusação de aliciar menores e aguardam a decisão final da justiça.
A prisão aconteceu depois que um pai foi até a polícia reclamar que seu filho se recusou a recitar uma oração muçulmana e que estava exibindo comportamento cristão. Os missionários realizam trabalho com as crianças de rua oferecendo abrigo, comida e educação.
O projeto social Obadias, recebe apoio da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT), também recebe alunos de escolas corânicas, onde estudantes islâmicos são forçados por seus professores a mendigar nas ruas, como explica o site da Missão Portas Abertas.
O pai que acusou os missionários alegou que houve desrespeito ao Islã e também disse que os brasileiros teriam sequestrado e cometido o crime de tráfico de menores.
O caso chegou ao Brasil e comoveu o senador Magno Malta que conhece a missionária Zeneide. Em companhia de outros parlamentares, Malta foi até o Senegal tentar resolver o problema, mas não pode interferir.
A Missão Portas Abertas relata que os missionários estão em presídios superlotados, dividindo as pequenas celas com 30 pessoas e só estão autorizados a receber visitas rápidas de familiares ou amigos duas vezes por semana.
“Um fator de forte preocupação, porém, é a saúde do pastor. Ele é diabético, está fraco, com um dente quebrado e uma inflamação no ouvido”, diz um comunicado no portal do ministério que pede oração não só por José, mas também por Zeneide e por suas famílias.
Pastor brasileiro preso no Senegal envia carta da prisão
O pastor José Dilson da Silva e a missionária Zeneide Moreira, ligados à Igreja Presbiteriana Betânia de Niterói, estão presos há quatro meses no Senegal. Há 22 anos pregando na África, eles agora são acusados de formação de quadrilha, aliciamento e tráfico de menores.
O projeto desenvolvido por eles desde 2011 recebei o nome de Obadias e oferecia abrigo, comida e educação evangélica a 17 crianças de origem islâmica recolhidas nas ruas da capital Dakar.
Abdou Fall, pai de um dos meninos, fez uma denúncia à polícia em novembro do ano passado. Ele afirma que não autorizou os missionários a tirarem as crianças de sua casa. Recentemente, a Justiça do Senegal negou um pedido de habeas corpus requerido pelos advogados dos religiosos.
O pastor da Josué Oliveira, da Igreja Presbiteriana Betânia de Niterói, foi ao Senegal no ano passado, mas está preocupado. “Como a religião predominante no Senegal é o islamismo, missões evangélicas são vistas com maus olhos”.
José Dilson está no presídio, em Thiès, a 60km da capital, em uma cela sem janelas com mais 30 pessoas. “Todas as noites são quentes, sem espaço pra me virar, desconfortáveis ao extremo. Com tudo isso, sei que Jesus está ao meu lado e isso me conforta”, escreveu ele em uma das cartas enviadas da prisão.
Marli, esposa do pastor também escreveu sobre a situação: “Meu marido e a missionária Zenaide foram obrigados a assinar este documento, impostos pelo governo, sem terem possibilidade de ler. Quem nos conhece sabe o quanto temos nos empenhado para o bem de centenas de crianças. Agora estão em uma cela como malfeitores, sem luz, sem água, numa cela imunda. Por favor, orem!”.
O caso teve grande repercussão quando o jornal “Le Populaire” anunciou numa manchete “Pastor brasileiro convertia crianças ao cristianismo”.
A Agência Presbiteriana de Missões Transculturais, responsável pelo financiamento do projeto Obadias diz que irá recorrer até a última instância jurídica possível. Contudo, sabe que no Senegal é possível ficar até seis meses em prisão preventiva.
Oficialmente, o Itamaraty já disse que não pretende pressionar o governo senegalês: “Essa é uma questão jurídica, e não política. O efeito de uma possível pressão poderia ser contraproducente, até porque há uma questão religiosa envolvida”.
Programa da Rede Super mostra testemunho de ex-homossexual
Daniel Felipe conta que sempre recebeu palavras de maldição sobre sua vida e acabou caindo no mundo das drogas.
O programa Impacto de Vida da Rede Super entrevistou Daniel Felipe, um homem que na juventude conheceu o mundo das drogas e mais tarde se assumiu como homossexual para sua família.
A vida de Daniel foi marcada por diversas palavras de maldição vindas de seus pais e pessoas próximas. Tudo ficou ainda mais difícil quando ele descobriu que era filho adotivo.
Quando ele estava na adolescência seus pais se separaram e tudo ficou ainda mais complicado para Daniel. “Aquilo me machucou muito”, disse ele que conta que depois de um tempo sua mãe passou a se relacionar com outro homem.
“Às vezes ele chegava [em casa] e eu saia, daí eu comecei a ir para a casa de alguns amigos e esses amigos já tinham uma vida meio bagunçada, já usavam drogas”, relata.
Para poder sair de casa, Daniel conseguiu um emprego e passou a ser assediado por outro homem. “Ele estava prestes a completar 18 anos e eu tinha 15 anos, mas eu nunca tinha pensando em nada disso”.
Com o passar do tempo eles começaram a se relacionar, um relacionamento cheio de brigas e ciúmes. Ao terminar o namoro Daniel passou a usar drogas. Com a vida indo de mal a pior, Daniel Felipe passou a ser evangelizado e aceitou começar a participar das reuniões e conseguiu se libertar de toda a maldição que fora lançanda sobre ele.
Assista os vídeos e esta reportagem no site
http://noticias.gospelprime.com.br/programa-da-rede-super-mostra-testemunho-de-ex-homossexual/
quinta-feira, 21 de março de 2013
Marco Feliciano, não renuncie!
abandoná-lo
Os supremacistas gays, que se retratam como minoria oprimida e coitadinha, agem como uma maioria tirânica ao exigirem que Marco Feliciano, deputado federal e pastor da Assembleia de Deus, escolhido democraticamente para ser presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, renuncie.
A CDH sempre esteve majoritariamente nas mãos de petistas, que direcionavam suas preocupações para combater a crítica ao homossexualismo e até aprovar o infame kit gay, cujo objetivo era doutrinar as crianças do Brasil em práticas homossexuais. A CDH sob o PT dava para os supremacistas gays milhões do dinheiro do povo.
A escolha de Feliciano para presidir a CDH traz a esperança de que pela primeira vez o desperdício de rios de dinheiro para farras anais vai parar.
Se Marco Feliciano renunciar, as farras vão continuar.
Por isso, precisamos dizer: Feliciano, não renuncie!
Ontem, o presidente da Câmara dos Deputados, o evangélico Henrique Eduardo Alves, se reuniu com o líder do Partido Social Cristão (PSC), o partido de Feliciano que é composto por um grande número de evangélicos. A conversa focou na renúncia de Feliciano.
Agora, o presidente da Câmara dos Deputados e o presidente do PSC querem que Feliciano renuncie.
Cristãos covardes exigem que Feliciano imite a covardia deles.
Por toda a internet, cristãos têm criticado Feliciano, até mesmo chamando-o de “herético”. Eles preferem se aliar, conscientemente ou não, aos supremacistas gays e às esquerdas do que apoiar Feliciano. Grandes grupos evangélicos, especialmente de linha protestante tradicional e esquerdista, estão divulgando abaixo-assinados e outras medidas para que Feliciano renuncie.
Os covardes querem que Feliciano imite a covardia deles.
Por isso, precisamos dizer: Feliciano, não renuncie!
Feliciano pode ter um milhão de defeitos, mas a covardia não é um deles.
Ele pode não ser o homem mais perfeito do mundo, mas ele é um milhão de vezes melhor do que os parlamentares esquerdistas que já ocuparam a presidência da CDH, cujas preocupações envolviam canalizar milhões para os interesses anais dos supremacistas gays.
A deposição de Feliciano da CDH comprovará que a pouca democracia que supúnhamos existir no Brasil é na verdade uma sodomocracia — a tirania dos supremacistas gays.
Se Feliciano cair, todos perdemos, pois a bronca dos supremacistas gays, do PT e das esquerdas evangélicas não é com a pessoa ou com o caráter de Feliciano. A bronca deles é com o Cristianismo e com o testemunho cristão que Feliciano declara ousadamente em público.
É evidente que ele não tem profundo conhecimento de teologia, mas onde se pode achar um cristão disposto a abrir a boca para defender corajosamente a vida e a família diante das barulhentas turbas pró-aborto e pró-sodomia que demonstram ódio ao mínimo sinal de contrariedade às suas exigências?
Se outro cristão com testemunho ousado tivesse sido escolhido para a presidência da CDH, a bronca, a hostilidade e o azedume seriam os mesmos.
Por isso, precisamos dizer: Feliciano, não renuncie!
Ainda que o PSC e a própria Câmara dos Deputados desamparem Feliciano, o Deus de quem ele dá testemunho público há de guiá-lo nos caminhos da justiça e vitória.
Por isso, precisamos dizer: Feliciano, não renuncie!
E mesmo que não disséssemos nada, Deus tem palavras de vitória:
“Sê forte e destemido… Tão-somente sê de fato firme e corajoso, para teres o zelo de agir de acordo com todos os mandamentos da Torá, Lei, que te ordenou Moisés, meu servo. Não te apartes dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que tenhas sucesso em todas as tuas realizações. Que o livro da Torá, Lei, esteja sempre nos teus lábios: medita nele dia e noite, para que tenhas o cuidado de agir em conformidade com tudo que nele está escrito. Deste modo serás vitorioso em todas as tuas empreitadas e alcançarás bom êxito! Ora, não te ordenei: Sê forte e corajoso? Não temas e não te apavores, porquanto Yahweh, o SENHOR teu Deus, está contigo por onde quer que andes!” (Josué 1:6-9 King James Atualizada)
Ser forte e destemido não é fácil.
Não ceder aos inimigos não é fácil.
Dez anos atrás, quando Luiz Mott ordenou a uma igreja batista de Campinas que removesse do site da igreja uma pregação contra o homossexualismo, a igreja cedeu.
Três anos atrás, quando os supremacistas gays exigiram a remoção do site da Universidade Presbiteriana Mackenzie um manifesto presbiteriano contra o PLC 122, a universidade cedeu.
Agora, o PT, o presidente evangélico da Câmara dos Deputados, o presidente do PSC, os supremacistas gays e todas as esquerdas seculares e evangélicas estão exigindo que Feliciano ceda e renuncie.
Se ele fizer isso, ele se juntará à multidão de cristãos covardes que o acusam covardemente.
Por isso, precisamos dizer: Feliciano, não renuncie!
Envie diretamente a ele um email com seu encorajamento: dep.pastormarcofeliciano@camara.leg.br
Você pode também deixar sua mensagem de encorajamento no Twitter dele: @marcofeliciano