quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A FÉ EM JESUS CRISTO


O que a Bíblia diz a respeito?

Para que alguém seja salvo de seus pecados é necessário que se arrependa e creia no Senhor Jesus. O que significa crer em Jesus Cristo? Em que consiste a fé salvadora? Embora resumidamente, esperamos responder a contento essas indagações.

A FÉ EM JESUS CRISTO É DOM DE DEUS
Agostinho costumava dizer que nada é nosso, exceto o pecado. Portanto, a fé em Jesus Cristo é uma graça salvadora de Deus para a nossa vida. Isto é o mesmo que dizer: A fé é um dom de Deus.

Não podemos ter dúvida quanto a isso. Que a fé é um dom de Deus está claro em passagens bíblicas como Atos 13.48 (creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna), Efésios 2.8 (pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus), Filipenses 1.29 (Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo, e não somente [a graça] de credes nele), 2 Tessalonicenses 3.2 (a fé não é de todos) e Tito 1.1 (a fé que é dos eleitos de Deus). Além de ser um dom de Deus, a fé aparece também em algumas das passagens acima como fruto da eleição divina. Eleição que também é pela graça e dom de Deus (cf. Rm 11.5,6).

Mas alguém poderia perguntar: "Se a fé em Jesus Cristo é dom de Deus, por que em vários lugares da Bíblia é ordenado ao homem crer em Jesus?". A soberania de Deus não anula a nossa responsabilidade. Todos nós somos moralmente responsáveis diante de Deus e, como tais, responderemos pelos nossos atos. O ser humano precisa se arrepender de seus pecados e confiar somente em Jesus para a vida eterna, pois Deus não pode se arrepender e crer em seu lugar. Por outro lado, como bem salientou James Packer, "Se nós mesmos temos fé, isso deve-se apenas ao fato que Deus em sua misericórdia abriu os nossos olhos". A conversão de Lídia é um ótimo exemplo. Lucas relata: "Quando foi sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido. Certa mulher chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às cousas que Paulo dizia" (At 16.13,14). Aqui temos o que biblicamente denominamos de novo nascimento ou conversão de Lídia. Uma obra do Espírito de Deus. O verbo grego dih/noicen (abriu) está no aoristo e significa que ali houve uma ação completa e definitiva do Espírito Santo. Durante a pregação de Paulo Lídia "escutava" e o seu coração foi "aberto" para que atendesse. É necessário que a intervenção divina, que torna o homem natural receptivo para com a Palavra de Deus, anteceda o ouvir com proveito a pregação do evangelho. "Deus concedeu a Lídia um coração receptivo para compreender coisas espirituais. Ele deu a ela o dom da fé e a iluminação do Espírito Santo" (Simon J. Kistemaker).

O autor aos Hebreus (12.2) nos lembra ainda que Jesus Cristo é o autor e o consumador de nossa fé. O princípio e o fim da fé salvadora. E o que isso quer dizer? Quer dizer que como Autor Jesus "preparou o caminho da fé com triunfo diante de nós, abrindo assim um caminho para os que O seguem". Como Consumador da fé Ele é "o completador e aperfeiçoador; no sentido de levar uma obra até o fim, não por decurso de prazo".

A teologia arminiana afirma que Deus não concede o dom da fé em Jesus a ninguém porque, segundo ela, "nem mesmo existe tal dom". Diz ainda que a fé é própria do ser humano e que, por conseguinte, toda pessoa pode crer em Cristo. Por último, salienta que embora o ser humano esteja debilitado pela queda do pecado, não está incapaz de exercer fé em Cristo, receber o evangelho e tomar posse da salvação para si mesmo.

A teologia arminiana está equivocada. A Bíblia é clara em dizer que o homem natural está morto em seus delitos e pecados (Ef 2.1). Não diz que ele está doente ou com força suficiente para fazer alguma coisa por si só. Ele está morto! A palavra morto já diz tudo. Além disso, a teologia arminiana contraria explicitamente aquelas passagens bíblicas que afirmam ser a fé um dom de Deus.

Embora sejamos responsabilizados a crer em Jesus (porque Deus não crê em nosso lugar), a fé, do começo ao fim, é dom de Deus.

A FÉ EM JESUS CRISTO É SALVADORA
A fé em Jesus Cristo é uma graça salvadora (cf. Ef 2.8). A fé salvadora não é um mero assentimento intelectual ou mera fé temporal.

Muitas pessoas crêem em Jesus Cristo do modo como crêem em Pedro Álvares Cabral ou em D. Pedro I. Acreditam que Jesus realmente viveu, morreu e ressuscitou, isto é, crêem que Ele era de fato uma pessoa da história. Essas pessoas supõem que isso seja fé na verdadeira concepção do termo, isto é, a fé salvadora. Mas não é, porque elas não estão confiando em Jesus para qualquer coisa agora, muito menos para a vida eterna. Essas pessoas possuem meramente a fé intelectual para fatos históricos, da mesma forma que acreditam em Pedro Álvares Cabral mas hoje não confiam nele para nada. Um exemplo da fé como mero assentimento intelectual pode ser encontrado em Tiago 2.19: "Crês tu que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem". Tiago está ironizando aqueles que diziam ter fé na unicidade de Deus, porém, não evidenciavam tal fé através das obras. Os demônios crêem e tremem, mas nem por isso são salvos.

Outro exemplo do que não é fé salvadora é a fé temporal. Você deve ter orado a Deus muitas vezes, não é verdade? Confia nele para certas coisas, não é mesmo? Quando você confia no Senhor a respeito de suas finanças, podemos dizer que você tem fé financeira. Quando você confia no Senhor para cuidar de sua família, você pode chamar isso de fé familiar. Em viagens você tem fé viajante. Há um elemento comum em todas essas coisas. São temporais. Todas elas são cosias desta vida, coisas deste mundo que irão passar. Muitas vezes confiamos em Jesus para todas essas coisas temporais, que não é errado, contudo, essa ainda não é a verdadeira fé salvadora.

Fé salvadora é receber a Jesus e confiar somente nele para a vida eterna. Quem é Jesus? A maioria das pessoas sabe que Jesus Cristo é o filho de Deus, mas esta mesma maioria não sabe que Jesus também é o Deus Filho, o infinito Deus-homem que morreu na cruz e ressuscitou dentre os mortos, para pagar a pena dos nossos pecados e comprar um lugar nos céus para nós, o qual nos oferece gratuitamente.

A fé em Jesus envolve tanto confiança nele como a entrega da vida a Ele. Estas coisas fazem parte da fé que conduz à vida eterna. E se a nossa convicção é de que realmente temos a vida eterna porque temos a fé salvadora, então, vamos nos firmar cada vez mais e mais nesta certeza, pois o próprio Senhor Jesus garantiu aos que nele crêem que será assim. "Em verdade, em verdade vos digo: Quem crê (em mim), tem a vida eterna" (Jo 6.47).

Concluindo:
Lembremos que a Escritura Sagrada dá testemunho de Jesus (cf. Jo 5.39) e é através dela que, iluminados pelo Espírito Santo, somos habilitados a crer em Jesus para a salvação (I Co 1.21-24). Por isso mesmo, precisamos pregar a Palavra. O Espírito Santo usa a mensagem bíblica para conceder a fé (Rm 10.17), mas isso não o impede de usar a você e a mim (Rm 10.13-15), pelo contrário, por ele somos capacitados a evangelizar quando ouvimos a sua voz e obedecemos ao seu chamado.

MATERIAL PARA DOWNLOAD

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http://www.4shared.com/rar/fTcjo7kY/Esquema_Mesa_de_Som_Mackie_-_1.html
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http://www.4shared.com/rar/a46Ltfst/Esquemas_Amplificadores_CrestA.html
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Conheça as diferenças entre o MDF e o MDP

Entre as opções de móveis disponíveis no mercado, existem aqueles confeccionados em MDF e MDP. A dúvida sobre qual material cai melhor para que tipo de móvel confunde os consumidores que podem não conhecer as diferenças. De acordo com o coordenador do curso de Design de Móveis do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFET) do Sudeste Mineiro, Eduardo Seabra, com ambos materiais é possível fazer qualquer tipo de móveis. A grande diferença estaria no acabamento que deve ser dado a cada um dos materiais.

"A superfície do MDF cru é mais lisa e aceita a aplicação de resinas coloridas. Além disso, no caso de serem feitos rebaixamentos para a criação de relevo, o miolo também é bem compacto, proporcionando um bom acabamento." O trato com o MDP precisa ser mais cauteloso. Segundo Seabra, devido à porosidade, é preciso dar mais importância aos dispositivos de montagem. "É preciso ver se o móvel está com as bordas aparentes."

O motivo da diferença está na produção de cada um dos materiais. O MDP (medium density particleboard - partícula de média densidade) é produzido por meio de prensas contínuas de partículas, associadas à utilização de resinas sintéticas sob efeito de calor. O resultado é um painel homogêneo, com partículas finas na superfície e delgadas no miolo, que dão um aspecto mais poroso. Um painel de madeira decorada, aplicado sobre a superfície, faz o acabamento da peça.

O MDF (medium density fiberboard - fibra de média densidade) é feito de fibras de madeiras aglutinadas com resinas sintéticas. A compactação sob maior pressão e temperatura mais elevada permite um material de composição homogênea, com boa maleabilidade, resistência e durabilidade. A peça recebe facilmente vários tipos de pintura.

Foto de MDP e MDF Foto de acabamentos de MDF

De acordo com o vendedor Eduardo Almeida, o MDF pode receber impressão a laser que imita diferentes tipos de madeira. Os motivos mais procurados são imbuia, branco, mel e tabaco. Os móveis feitos com esse material podem receber ainda acabamento feito por um painel de tauari (madeira nativa direcionada para o setor moveleiro), que reveste a superfície. Já o MDP pode possuir cores diversas. "Como ele já vem com a superfície colorida, a variedade é imensa. Mas as tonalidades mais procuradas costumam ser as mesmas do MDF."

Resistência e durabilidade

Segundo Almeida, os móveis em MPD são menos resistentes e menos duráveis em relação aos produzidos em MDF. Mas são boa alternativa para a confecção de linhas mais populares ou de móveis pequenos como raques para computador. Seabra explica que a compactação dos materiais e a aglutinação de colas e resinas permite alta resistência do MDF.

"A durabilidade é comparada à da madeira. Além de passar por alto aquecimento e pressão, tanto o MDF quanto o MDP recebem tratamento pesticida, que diminui a possibilidade de serem atacados por pragas." Seabra afirma que ambos os materiais são feitos com madeira nova. "Não há reciclagem."

Aglomerado

Algumas vezes, o MDP é confundido com o aglomerado, material inferior, produzido da mesma forma que o MDP, porém com menos preocupação com a homogeneidade do produto. Feito de partículas de pinus e eucalipto, o aglomerado é indicado para a confecção de bases, tampos e laterais de móveis.

PreSonus StudioLive 16.4.2

 

Pequena, funcional e poderosa

por Miguel Ratton

Há pouco mais de dez anos, o segmento de consoles digitais era um território restrito a menos de meia-dúzia de fabricantes. Mas, como sempre acontece no mundo dos negócios, todo mercado onde há pouca competição gera “olho grande” e é só uma questão de tempo para que outras empresas apareçam com produtos concorrentes. Obviamente, não é nada fácil disputar contra equipamentos que já têm uma posição consolidada e desfrutam da confiança dos usuários, mas, cedo ou tarde, acaba surgindo alguma nova opção que ofereça algum tipo de vantagem, seja em inovação, em funcionalidade, ou até mesmo no preço.

A PreSonus iniciou suas atividades em meados da década de 1990 e ficou conhecida por seu pré-amp DigiMax e suas interfaces de áudio. Há pouco tempo, lançou o primeiro modelo da linha de consoles digitais StudioLive e, como não poderia deixar de ser, incorporou nele aquelas experiências anteriores bem sucedidas, mas, sobretudo, adicionou um conceito de design bastante funcional e prático, como veremos a seguir.

Visão Geral

A StudioLive 16.4.2 é uma mesa compacta e, como o nome sugere, possui 16 entradas para microfone ou linha, quatro subgrupos e uma saída principal em estéreo. Ela dispõe de saídas direct out e conexões de insert em todos os canais de entrada, dois processadores internos de efeitos e seis buses auxiliares, que podem ser usados para mixagem de monitor ou então como mandadas para processamentos externos à mesa.

No geral, o visual do console é bonito, com cores sóbrias e um layout funcional. A inclinação do painel pareceu bem adequada à operação prolongada, e a largura de 44 cm permite que o console seja montado em um rack de 19” (as abas metálicas para montagem vêm junto com o equipamento). Com exceção da saída para fone de ouvido, que fica no canto inferior direito na frente do console, todos os demais conectores de áudio ficam na parte traseira, de maneira que o painel superior contém apenas os controles e indicadores luminosos. Na parte superior direita do painel fica uma pequena tela de LCD monocromática, que serve para visualizar detalhes de alguns parâmetros e acessar páginas de configurações da mesa, e bem na extremidade superior direita do console há um conector para luminária de 12 V.

Indicada pela PreSonus para uso tanto em estúdio quanto ao vivo, a 16.4.2 de fato tem características que a tornam “bivalente”, oferecendo recursos que agradam em ambas as situações. O fato de poder funcionar integrada a um computador, via Firewire, faz da 16.4.2 uma ótima opção de interface de áudio multicanal, uma vez que ela possui 16 pré-amplificadores de alta qualidade e recursos essenciais para um estúdio de gravação, tais como compressores em todas as entradas e monitoração imediata das pistas gravadas. Por outro lado, pelo seu tamanho compacto, é um equipamento apropriado para sistemas de sonorização de pequeno porte, tais como teatros, igrejas e auditórios corporativos, já que ocupa pouco espaço e oferece uma quantidade de canais suficiente para essas aplicações.

Em vários aspectos, sua operação é bastante intuitiva, como se fosse uma mesa analógica. Mesmo sendo uma mesa digital, as 16 entradas físicas estão associadas diretamente aos 16 canais de mixagem, cujos níveis são controlados diretamente pelos 16 faders. Por isso, não existem layers de canais e nem é necessário efetuar qualquer tipo de roteamento das entradas para os canais de mixagem (existe até uma matriz de patchbay no software Virtual StudioLive, mas que se limita a rotear os sinais de auxiliares, subgrupos, etc. para as entradas de áudio no computador).

Todos os 16 canais de entrada possuem conectores XLR e 1/4” TRS e conectores de insert TRS. Já as saídas diretas (direct out) dos canais de entrada estão disponíveis agrpadas em dois conectores do tipo DB15. A mesa dispõe de mais duas entradas auxiliares em estéreo (conectores de 1/4”), endereçadas diretamente à saída principal, e uma entrada estéreo Tape In (conectores RCA). Há ainda uma entrada para microfone de talkback, que pode ser endereçada aos auxiliares e à saída principal. Esta entrada, um conector XLR no painel traseiro, tem a alimentação phantom permanentemente ligada e seu ajuste de ganho é feito por um pequeno botão de volume ao lado do conector.

Quanto às saídas, o sinal estéreo principal (Main) está disponível através de conectores XLR, 1/4” TRS e RCA (Tape Out). A saída estéreo Main também é mixada para mono e vai para um conector XLR específico. Tanto as saídas Main estéreo quanto a saída Main mono dispõem de um botão de volume, bem ao lado dos seus conectores. No painel traseiro estão disponíveis ainda as saídas em estéreo para monitoração (Control Room), as quatro saídas dos subgrupos e as seis saídas dos auxiliares, todas em conectores de 1/4” TRS. Além destes, existe também um conector digital S/PDIF (RCA), cujo sinal de saída pode ser selecionado pelo operador (Main, subgrupos, auxiliares, talkback, etc.).

Em cada strip de canal de entrada há um botão de ajuste de ganho, uma chave de acionamento individual da alimentação phantom, uma chave para escolher entre o sinal da entrada física e o sinal vindo do computador, uma chave Select para habilitar a operação no canal, as chaves de Solo e Mute e um fader de 100 mm. Os strips são identificados em três regiões do painel (abaixo dos botões de ganho, acima das chaves de Select e abaixo dos faders), o que diminui bastante a possibilidade de erro do operador. A iluminação é um dos pontos fortes do painel: as teclas que estão acionadas ficam acesas, e as teclas que não estão acionadas ficam acesas bem suavemente, o suficiente para serem identificadas num ambiente escuro, como é o caso de teatros, por exemplo.

A linha StudioLive usa os mesmos pré-amplificadores XMAX adotados no DigiMax e nas interfaces FireStudio, que são circuitos amplificadores do tipo classe A, implementados com componentes discretos (transistores, e não circuitos integrados). De acordo com a PreSonus, eles operam alimentados com 30V, enquanto os amplificadores operacionais comuns são alimentados de 10V a 18V, e esta tensão de alimentação mais alta proporciona um headroom maior, com graves mais profundos, agudos mais suaves e uma sonoridade geral mais cheia. De fato, os prés da 16.4.2 possuem uma faixa de ganho muito ampla e uma resposta extremamente plana.

Apesar de só ter seis mandadas auxiliares, o que pode ser pouco quando se precisa mixar a monitoração para bandas maiores, a 16.4.2 tem a vantagem de não ocupar esses auxiliares com os efeitos internos, que possuem suas próprias mandadas. Na verdade, para aplicações que requerem mais canais de entrada e mais auxiliares, a PreSonus oferece a StudioLive 24.4.2, com 24 canais de entrada e 10 auxiliares.

Apertando as teclas e mexendo nos botões

Operar a 16.4.2 é bem fácil, porque o conceito fundamental da mesa é ter tudo na mão, sem a necessidade de selecionar layers ou abrir páginas na tela. Na área azul, no centro do painel, fica o chamado Fat Channel, um conjunto de chaves, botões e barras de leds que servem para controlar e visualizar uma variedade de parâmetros do canal que se está operando. Quando um canal de entrada é selecionado (pressionando-se a respectiva tecla Select no strip), o Fat Channel apresenta, da esquerda para a direita, os controles e parâmetros dos processamentos daquele canal, que são: filtro passa-altas (ajustável até 1 kHz), tecla de inversão de fase, Gate/Expander, Compressor, Limiter e EQ de 4 bandas. Os parâmetros desses processadores podem ser ajustados por meio de 16 botões rotativos (encoders), sendo que acima de cada um deles há uma barra de leds com uma escala que indica a posição (valor) do ajuste do respectivo parâmetro. Desta forma, o operador tem uma visualização geral e imediata de todos os parâmetros do canal, podendo atuar diretamente naquele que deseja. O Fat Channel também mostra os controles e parâmetros dos processamentos existentes nos auxiliares, nos efeitos, nos subgrupos, nos canais de retorno e também na saída Main (veja na tabela os recursos disponíveis para cada canal e bus da mesa).

 

As barras de leds também funcionam como medidores de nível dos sinais, podendo mostrar os níveis de entrada, os níveis de saída ou a quantidade de redução de ganho (GR) nos sinais dos 16 canais de entrada ou os níveis dos sinais nos seis auxiliares e nos 2 efeitos. Como os faders não são motorizados, as barras de leds também servem para indicar a posição onde os faders devem ser posicionados ao se chamar uma cena de mixagem da memória, isto é, as barras de leds mostram o ponto até onde o operador deve mover cada fader para posicioná-los nas posições salvas na memória. Os níveis dos subgrupos e da saída Main são mostrados em barras de leds específicas, logo acima da tela de LCD.

Os 16 encoders e as 16 barras de leds também são usados para ajustar os níveis de mandada para os auxiliares. Ao selecionar qualquer auxiliar, basta pressionar sua respectiva tecla Mix para visualizar nas barras os níveis de mandada dos 16 canais para aquele auxiliar, e ajustá-los usando os encoders. Este mesmo procedimento é usado para ajustar os níveis de mandada dos canais para os processadores internos de efeitos.

Na parte de baixo da área do Fat Channel há ainda o encoder do Pan, com uma barra de leds horizontal mostrando sua posição, as teclas de endereçamento do canal para subgrupos e Main, e ainda a tecla de Link, que permite acoplar um par adjacente de canais, de auxiliares ou de subgrupos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todos os ajustes efetuados nos parâmetros do Fat Channel podem ser salvos em 100 presets de memória, para uso posterior (50 prestes já vêm com configurações prontas para diversos tipos de instrumentos e vozes). As operações de memória (Load e Save) são muito rápidas e requerem poucas ações. Também é possível copiar os ajustes de um canal para outro, e neste caso o procedimento é extremamente ágil: basta selecionar o canal a ser copiado, pressionar Copy e começam a piscar todas as teclas Select dos demais canais, aguardando o usuário selecionar em quais deles deverão ser copiados os ajustes (é possível copiar os ajustes de um canal para vários destinos) e em seguida pressionar Load.

Ainda na cadeia de processamentos do Fat Channel, o processador do Gate pode ser configurado (individualmente em cada canal) para operar alternativamente como Expander. O compressor contém controles básicos, incluindo uma opção de atuação gradual (Soft Knee) e um modo de ajuste automático de tempos de Attack e Release. O EQ dispõe de quatro bandas, sendo que nas baixas e nas altas o filtro pode ser configurado como semiparamétrico ou shelf, e nos médios-graves e nos médios-agudos há duas opções de ajuste do Q (0.55 ou 2.0). O ganho em todas as bandas pode ser ajustado entre -15 dB e +15 dB. Seria interessante que as bandas permitissem o ajuste da frequência em todo o espectro, ou então que pelo menos nos EQs dos subgrupos uma das bandas pudesse atuar como low-passs para possibilitar o corte do sinal que vai para um subwoofer.

Embora a 16.4.2 que recebi tenha vindo com um só EQ gráfico de 31 bandas aplicado à saída Main, quando atualizei o firmware interno da mesa para a versão 1.5 passaram a ser oito equalizadores gráficos desse tipo, sendo dois para a saída Main e um para cada saída auxiliar. Para poder ajustar as bandas dos EQs gráficos é preciso acessar a respectiva página na tela para que as bandas apareçam nos leds do Fat Channel. Outra adição da versão 1.5 são os delays nos subgrupos, que podem ser ajustados até 500 ms.

Os processadores internos de efeitos limitam-se a produzir efeitos de ambiência, basicamente reverbs e delays, mas é possível editar vários parâmetros e salvar os ajustes na memória da mesa. As mandadas de sinal dos canais para os efeitos são buses específicos (não ocupam os auxiliares) e os retornos dos efeitos podem ir para quaisquer dos subgrupos ou para as saídas Main. Não é possível insertar efeitos em um canal, o que não faz muita falta já que são só efeitos de ambiência.

Assim como em outros consoles digitais, a 16.4.2 também pode memorizar cenas com configurações completas de mixagem. Este é um recurso de grande utilidade para agilizar a operação, sobretudo em locais onde situações diferentes se repetem frequentemente, como em igrejas, por exemplo. São 79 memórias de cena (e mais uma “zerada”, com condições iniciais básicas), onde ficam salvos os ajustes de Mute, efeitos, endereçamentos, EQs, dinâmica, mixagens de auxiliares e posicionamento dos faders (os ajustes de ganho dos prés não são memorizados). No caso do ajuste dos faders, pelo fato deles não serem motorizados é preciso que o operador, depois de carregar a cena, “localize” com os faders da mesa os valores que estavam salvos na cena, usando as barras de leds dos medidores para se guiar até posicionar fisicamente o fader no valor do ajuste da cena. É um pouco trabalhoso, mas funciona. Um detalhe operacional importante: é preciso prestar atenção ao se carregar uma cena, porque não há um pedido de confirmação antes de carregá-la efetivamente, bastando selecionar a cena e pressionar Recall. No entanto, o console permite bloquear esta operação e algumas outras, para evitar uma ação acidental. De qualquer forma, todas as teclas atuam de forma precisa e não é fácil acioná-las esbarrando acidentalmente.


Integração com o Smaart

De acordo com a PreSonus, a partir da versão 1.6 do firmware, o console passará a dispor da tecnologia de medição de áudio do conhecido software Smaart diretamente no Virtual StudioLive. Isto permitirá usar os equalizadores das saídas da StudioLive para ajustar melhor o som do PA, identificando, por exemplo, frequências de realimentação do sistema.

Através da tecla de EQ gráfico, no Virtual StudioLive, poderão ser ativados os algoritmos de RTA e espectrograma, que mostrarão o conteúdo do sinal que passando pelo respectivo EQ. O recurso do espectograma será implementado nas telas do Virtual StudioLive e também será incorporado o Smaart Locator, um localizador de delay que facilitará o uso da função de delay de saída que foi incluído aos subgrupos da console a partir do update 1.5 do firmware. Ainda de acordo com a empresa, as versões futuras do Virtual StudioLive também terão a adição do algoritmo Smaart Response, para medidas de resposta de frequência.


Conectando ao computador

Para conectar a 16.4.2 ao computador pode-se usar qualquer uma das duas portas Firewire localizadas no painel traseiro do console. A outra porta serve para conectar outro console em modo “cascade”, para ampliar o número de canais de entrada, sendo possível encadear várias 16.4.2 via Firewire.

O CD que vem com o equipamento instala o driver (ASIO/WDM), o painel de controle Universal Control e o Virtual StudioLive, um software que opera em tempo real junto com a mesa e, além de apresentar na tela do computador todos os parâmetros, permite editá-los graficamente usando o mouse. O procedimento de instalação é simples, bastando seguir as informações na tela do computador. Testei a mesa junto com um PC rodando Windows XP e não tive qualquer tipo de problema com o Virtual StudioLive ou com softwares de gravação de áudio.

No Universal Control é possível verificar se a versão do firmware (software interno do console) é a mais atual, e ele mesmo se encarrega de efetuar a atualização. A mesa que recebi para teste ainda estava na versão 1.1, e para atualizar para a última versão 1.5 foi necessário primeiro atualizar para a v.1.2. Este procedimento foi relativamente fácil, já que os respectivos softwares podem ser obtidos rapidamente no site da PreSonus. Portanto, é recomendável verificar periodicamente no site se há versões mais novas do driver, do software e também do firmware.

 

 

 

 

 

 

Uma vez instalado o driver, a 16.4.2 é reconhecida como dispositivo de áudio em qualquer software de gravação (DAW) que suporte ASIO ou WDM (ou CoreAudio, no Mac), e aparece com um total de 32 entradas e 18 saídas de áudio em 24 bits (a taxa de amostragem pode ser selecionada para 44.1 kHz ou 48 kHz no próprio console ou no software Universal Control). Das 32 entradas de áudio, 16 são as respectivas entradas físicas da mesa e as demais podem ser roteadas dos buses de Main, subgrupos, auxiliares, retornos, efeitos, Tape In, talkback e Solo. Ou seja, é possível gravar no computador tudo o que passa dentro do console. Por outro lado, as 18 saídas de áudio no software são reproduzidas através dos 16 canais da mesa e mais o estéreo Tape In. Os sinais reproduzidos pelo software no computador podem ser monitorados imediatamente na mesa, pressionando-se a tecla com o símbolo do Firewire que existe em cada canal de entrada e no Tape In. Desta forma, a 16.4.2 opera como uma poderosa interface de áudio, com 16 entradas de microfone, todas com pré-amps XMAX, phantom power e processamento de dinâmica. O ajuste de latência pode ser efetuado na configuração do Universal Control e o driver proporciona atrasos bem baixos, adequados não só para monitorar uma gravação mas também para usar o computador como processador externo, em tempo real, mandando um sinal da mesa via Firewire para um plug-in no computador e retornando para a mesa.

Embora se comunique bidirecionalmente com o Virtual StudioLive, transferindo os estados de controles para este software e recebendo dele as alterações feitas em suas telas, a 16.4.2 não opera como “superfície de controle” de softwares de gravação e produção musical, o que é uma pena. Espero que a PreSonus incorpore esta funcionalidade no futuro, já que isto ampliaria bastante as aplicações da mesa em estúdios.

Apesar de funcionar muito bem com qualquer software de gravação que aceite dispositivos ASIO, WDM ou AU, a StudioLive 16.4.2 também já vem com dois softwares de áudio. O Capture é um gravador multipistas desenvolvido especificamente para ser usado com as mesas StudioLive, para gravação ao vivo. Com versões para PC e Mac, ele permite gravar até 34 pistas, inserir marcadores em tempo real para indicar os pontos onde termina uma música e começa outra, fazer edições básicas no áudio e também pode exportar o material gravado para arquivos em formato WAV e OpenTL. Uma das aplicações sugeridas para o Capture é usá-lo para reproduzir através do console gravações multicanais feitas ao vivo, para realizar a passagem de som sem ter os músicos no local (ele pode importar arquivos WAV e AIFF). O outro software fornecido com a 16.4.2 é o Studio One, na versão Artist, também para PC e Mac. Este é um software de gravação e mixagem de áudio em multipistas, com recursos para sequenciamento MIDI, edição do material de áudio, automação de mixagem, plug-ins de processamento e outras funcionalidades necessárias para produção musical.

Uma situação que está ficando comum em sistemas de sonorização é o controle do console de fora da house-mix, com o operador de áudio usando algum tipo de dispositivo móvel para ajustar detalhes da mixagem a partir de algum ponto da plateia. Para auxiliar neste sentido, a PreSonus oferece o software StudioLive Remote para iPad, que pode ser obtido gratuitamente na Apple App Store. Uma vez estabelecida uma conexão sem fio com um computador (Mac ou PC) que esteja conectado a uma 16.4.2 e rodando Virtual StudioLive, é possível usar um ou mais iPads para visualizar e controlar todos os parâmetros do console.

Também está disponível gratuitamente na App Store o aplicativo QMix, que funciona dentro do mesmo conceito do StudioLive Remote para iPad. O QMix permite que até seis músicos, a partir de seus aparelhos de iPhone ou iPod Touch, controlem simultaneamente as mixagens de monitor nos auxiliares da 16.4.2. Para isso é necessário conectar os iPhones ou iPods em rede sem fio com um computador (Mac ou PC) e habilitar neste o controle remoto do QMix sobre o Virtual StudioLive, que então controla o console conectado via Firewire.

No final das contas

Os grandes destaques da StudioLive são, sem dúvida, a funcionalidade e a facilidade de operação. Ter tudo à mão e poder atuar imediatamente em qualquer canal é o que todo operador deseja, principalmente neste segmento de consoles compactas.

O fato de não possuir faders motorizados, embora possa dar mais trabalho na recuperação de cenas, não chega a ser propriamente uma deficiência, já que, pelo fato de não haver layers, os canais controlam sempre as respectivas entradas. Por outro lado, a mesa oferece recursos interessantes, como saída adicional em mono, alimentação phantom individual e delays nos subgrupos. O conceito do Fat Channel funciona muito bem, agilizando bastante a operação, e a qualidade reconhecida dos prés XMAX valorizam significativamente o equipamento.

Uma das vantagens agregadas a 16.4.2 é seu funcionamento como interface de áudio, que a torna interessante não só como equipamento central de um estúdio mas também abre mais campos no uso em sonorização, com a possibilidade de gravação multicanal de espetáculos, debates, etc. Pode-se questionar a implementação da comunicação com computador via porta Firewire, que está ficando cada vez mais difícil de ser encontrada nos novos computadores, mas provavelmente não seria possível obter o mesmo desempenho se fosse usada comunicação via USB 2.0.

No geral, acho que a PreSonus acertou bem com o conceito funcional e prático adotado na StudioLive e tem grandes possibilidades no mercado crescente de consoles digitais de pequeno porte. A operação é fácil e intuitiva e a qualidade não deixa nada a desejar. Não é à toa que a linha StudioLive já ganhou três vezes o prêmio MIPA (Musikmesse International Press Award).

Gostei:

  • Praticamente todos os controles aparecem no painel
  • As teclas não acionadas ficam semi-iluminadas, facilitando a operação
  • Phantom power individual
  • Compressor, gate e EQ de 4 bandas em todos os canais (entradas, subs, aux e main)
  • EQs gráficos na saída principal e nos seis auxiliares
  • Saída adicional em mono
  • Cascade via Firewire
  • Interface de áudio com 32x18 canais
  • Atualização prática e eficiente do firmware
  • Integração futura com Smaart
  • Alimentação de 90 a 240 V

Não gostei:

  • Não tem função de superfície de controle para software de gravação/mixagem
  • Ajuste limitado da frequência nas bandas do EQ do canal
  • Processadores de efeitos somente com reverb e delay
  • Não possui entrada de áudio digital S/PDIF

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PRINCIPAIS

  • 16 canais de entrada para mic/linha com pré-amps e alimentação phantom
  • 16 inserts / 16 direct out
  • 4 subgrupos
  • 6 buses de auxiliares
  • Saída estéreo e mono
  • Latência dentro do console (Mic In – Main Out): 1,82 ms @ 48 kHz
  • Faders de 100 mm
  • Talkback
  • Link estéreo de canais e subgrupos
  • Entrada/saída estéreo 2-Track
  • Saída estéreo para monitor (Control Room)
  • Saída estéreo digital S/PDIF
  • 2 processadores internos de efeitos
  • Filtro high-pass, gate/expander, compressor e EQ 4 bandas em todos os canais
  • Interface de áudio 32 x 18 canais via Firewire
  • Alimentação: 90 a 240 VAC
  • Consumo: 100 W
  • Dimensões (LxPxA): 65 x 57 x 18 cm
  • Peso: 23 kg

Este artigo foi publicado na revista Música & Tecnologia em junho de 2012

MIDAS - Primeiras mesas Midas Pro1 já andam na estrada

http://www.paudio.com.pt/images/articles/thumb_image_big_1349380154.jpgApresentada oficialmente ao mercado durante o Infocomm 2012 em Las Vegas em Junho, a nova consola digital compacta Midas Pro1 fez a sua estreia comercial recentemente no PLASA 2012, apesar de as primeiras unidades terem começado a ser entregues a todos os distribuidores da marca ainda no final de Agosto. As primeiras Pro1 foram estreadas na Dinamarca e na Polónia onde, assim que chegaram, foram entregues a clientes que as puseram de imediato em acção. Em Portugal a Midas Pro1 já está também disponível, já foram confirmadas as primeiras encomendas e a Boomerang, distribuidor da marca em Portugal já está a promover acções para os técnicos e empresas que a queiram experimentar. Afinal de contas é a mais acessível Midas digital de sempre.

A Dinamarca e a Polónia foram os primeiros países onde a nova mesa Midas Pro1 – a mais compacta e versátil de sempre da série Pro Series da marca inglesa – entrou em acção e pode ser vista e ouvida. Curiosamente, as primeiras mesas Pro1 entregues a clientes foram para duas aplicações completamente distintas.
A primeira Midas Pro1 do mundo foi entregue ainda no início de Agosto, meras semanas depois da estreia da mesa no InfoComm em Las Vegas e foi instalada no teatro Stefan Jaracz, na cidade de Lódz, na Polónia.
A Midas Pro1 entregue na Polónia chegou ao distribuidor da marca, a Audio Plus, a mesma empresa que deu que falar em todo o mundo ao ser também a primeira naquele país a vender uma Midas XL8 em 2008, poucos minutos depois de garantir a representação oficial da marca.
“O Theatre Stefan Jaracz estava à procura de uma mesa para o seu espaço Cameral Hall dedicado a artes performativas e peças de teatro”, explica o responsável por este projecto, Sylwester Wojcieszek. “Depois de alguma deliberação, o departamento técnico do teatro decidiu escolher uma Midas Pro1. Ficaram impressionados com as unidades de rack DL251, com o som quente dos efeitos, com os compressores e pré-amplificadores. A Pro1 é simples de configurar e de operar, o que a torna ideal para um teatro como este. A qualidade de som é excelente e o sistema foi instalado e optimizado para trabalhar com controlo remoto sem fios através de um iPad. Outro factor decisivo foi o facto de a consola ter um sistema de automação que suporta 1000 cenas e não existir qualquer impedimento para se aceder a subpáginas durante a operação”.
Por seu lado, o distribuidor da Midas com sede em Copenhaga, a Matrix Sales, confirmou a sua primeira venda assim que as novas consolas digitais chegaram. A segunda mesa Pro1, entregue ainda em Agosto, foi vendida na Dinamarca e foi, curiosamente, para um dos mais bem sucedidos estúdios de gravação locais.
Morten Laulund Uldbæk, responsável comercial da Matrix Sales que acompanha todo o mercado de touring e aluguer naquele país, vendeu uma Pro1 de imediato a Peter Iversen, dono de um dos maiores e mais prestigiados estúdios de gravação da Europa, os Puk Recording Studios, onde foram gravados álbuns recentes de Elton John, George Michael e Depeche Mode.
Segundo Iversen explica, “escolhemos a Midas pela sua qualidade de som superior. Nenhuma outra consola oferece a qualidade de som de uma mesa Midas. Com a sua forte tradição analógica, a transição para digital foi extremamente bem conseguida devido ao facto de o som fantástico ter sido preservado”.
Iversen, ele próprio um utilizador de mesas Midas de longa data não hesitou em adoptar mesas Pro Series e a sua primeira experiência em digital foi precisamente com uma Pro6.
“Os grupos POP tornam a navegação fácil e intuitiva”, explica Iversen. “A adição de grupos MCA e associação de faders no software Versão 2 tornaram a tarefa de se misturar uma orquestra sinfónica com todos os canais em operação ainda mais fácil e rápida e nunca perdemos o foco na música. Adoramos a Pro2C que temos e planeamos usar a nossa nova Pro1 como consola principal em som de frente para as nossas produções na estrada. O facto de ser muito compacta e leve, juntamente com as extensas funcionalidades, tornam esta mesa ideal para as nossas produções”.
O facto de os técnicos de som familiarizados com as Midas poderem carregar os seus ficheiros de espectáculos na Pro1, independentemente de o terem programado noutra qualquer mesa digital da marca, foi outro factor decisivo nestas duas primeiras vendas
Segundo explica Richard Ferriday, actual responsável máximo a nível comercial da Midas, “o facto de a Pro1 ter sido tão entusiasticamente adoptada por clientes tão diversos como estes, com diferentes necessidades relativamente à mesma consola de áudio, diz mais sobre o potencial da Pro1 do que mesmo eu seria capaz de explicar. É uma demonstração de que, seja para gravação, teatro ou som de concertos, não existe alternativa à Midas, sempre que a qualidade de áudio for o principal factor de consideração”.
“A Pro1 veio abrir um território completamente novo para a Midas. Esta é a primeira mesa digital que desenhamos que pode funcionar autonomamente, sem precisar de rack, porque temos amplas opções de entradas e saídas no painel de ligações. Além disso, está disponível a um nível de preço único, tornando-se acessível a técnicos de som freelance, pequenos espaços de música ao vivo e na verdade a toda a gente que se preocupe com qualidade de áudio, fiabilidade e portabilidade”, acrescenta Ferriday.
A nova mesa digital da Midas tem um chassis de alumínio ultra-leve, na mesma linha do desenho da Pro2, sendo totalmente compatível com a restante gama de mesas digitais Pro Series da Midas, nomeadamente em termos de ligações de rede AES50.
A nova Midas Pro1 combina um painel de ligações com todas as entradas (24) e saídas (24) em ligações analógicas balanceadas, para além de ligações MIDI, digitais AES/EBU, ligações USB e Ethernet para controlo externo, assim como a possibilidade de se ligar um ecrã externo auxiliar.
No chassis de alumínio ultra-leve da Pro1 temos 24 entradas de microfone/linha equipadas com pré-amplificadores da marca, 48 canais de processamento simultâneos para as entradas, 24 saídas analógicas, incluindo 2 saídas estéreo locais para monitores, três saídas digitais em formato AES3, duas saídas no mesmo formato e 27 barramentos de mistura com sincronismo ao nível de frame e coerência total de fase. Para ligação em rede com racks de palco/expansão ou outras mesas da marca temos três portas AES50 HyperMac, através das quais se podem transmitir sinais de áudio a até 96 kHz de frequência de amostragem, conforme especificação deste protocolo da marca. O processamento interno da Midas Pro1, tal como as restantes mesas da marca, baseia-se num sistema de resolução 40-bit em vírgula flutuante.
Em termos de efeitos, a Midas Pro1 têm seis motores de processamento multicanal e até 28 equalizadores gráficos Klark Teknik DN370 de 31 bandas.
Na superfície de controlo temos um ecrã de 15 polegadas a cores com iluminação para ser visto mesmo à luz do sol, 8 grupos VCA (Variable Control Association) e 6 grupos POPulation.
Naturalmente, esta Pro1 funciona com a nova aplicação Mixtender para iPad, para controlo remoto das funções, uma vez que existe já um servidor DHCP incorporado, bastando instalar um router wireless Ethernet standard ligado à mesa. No entanto, é interessante também o facto de podermos ligar um ecrã externo directamente na mesa, através do saída dedicada existente, no qual podemos ter quer a vista de canais ou a “console overview”.
A Midas Pro1 pesa apenas 21,5 quilos.
Para expansão, pode ser combinada com qualquer um dos sistemas DL431 de 24 entradas e 5 saídas de split, ou com as unidades de rack DL251 48/1, DL252 16/48, DL351 64/64 ou DL451 24/24.
Apresentação em Portugal
A Boomerang, distribuidor da Midas e Klark Teknik em Portugal, já tem mesas Pro1 em stock e está a promover sessões de demonstração abertas a todos os técnicos interessados. Uma dessas demonstrações irá justamente decorrer na empresa Audioglobo, em Cedrim, Sever do Vouga, no próxima dia 16. Os interessados em aproveitar esta apresentação deverão contactar a Boomerang para mais detalhes.
www.midasconsoles.com
Distribuição: www.boomerang.pt - Tel: +351 214 579 839/40/41
João Martins

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

TABELA DAS FRUTAS

Maçã

Protege o seu coração

Evita  constipação

Bloqueia a diarreia

Melhora  capacidade dos pulmões

Amortece as articulações

Damasco

Previne o câncer

Controla a pressão arterial

Protege a sua visão

Protege contra a doença de Alzheimer

Retarda o envelhecimento

Alcachofra

Ajuda na digestão

Baixa o colesterol

Protege o seu coração

Estabiliza o açúcar no sangue

Protege contra doenças do fígado

Abacate

Combate as diabetes

Baixa o colesterol

Previne as tromboses AVC

Controla pressão arterial

Suaviza a pele

Banana

Protege o seu coração

Atenua a tosse

Fortalece os ossos

Controla a pressão arterial

Bloqueia a diarreia

Feijão

Evita constipações

Atenua a hemorroida

Baixa o colesterol

Previne o câncer

Estabiliza o açúcar no sangue

Beterraba

Controla a pressão arterial

Previne o câncer

Fortalece os ossos

Protege o seu coração

Ajuda a perder peso

Baga de Mirtilho

Previne o câncer

Protege o seu coração

Estabiliza o açucar no sangue

Estimula a memória

Evita a Constipação

Brócolos

Fortalece os Ossos

Protege a Visão

Previne o câncer

Protege o seu coração

Controla a pressão arterial

Couve

Previne o câncer

Evita a prisão ventre

Ajuda a perder peso

Protege o seu coração

Atenua a hemorroida

Melão

Protege a Visão

Controla a pressão arterial

Baixa o colesterol

Previne o câncer

Fortalece o sistema imunológico

Cenoura

Protege a Visão

Protege o seu coração

Evita a prisão de ventre

Previne o câncer

Ajuda a perder peso

Couve-Flor

Previne o câncer  da Próstata

Previne o câncer da Mama

Fortalece os ossos

Elimina escoreações

Previne a doença do coração

Cereja

Protege o seu Coração

Previne o câncer

Acaba com as insônias

Tarda o envelhecimento

Protege contra a doença de Alzheimer

Castanha

Ajuda a perder peso

Protege o seu coração

Baixa o colesterol

Previne o câncer

Controla a pressão arterial

Pimentão picante

Ajuda na digestão

Suaviza as dores da garganta

Remove abcessos

Previne o  câncer

Fortalece o sistema imunológico

Figo

Ajuda a perder peso

Previne as tromboses AVC

Baixa o colesterol

Previne o câncer

Controla a pressão arterial

Peixe

Protege o seu coração

Estimula a memória

Protege o seu coração

Previne o câncer

Fortalece o sistema imunológico

Linho

Ajuda a digestão

Combate as diabetes

Protege o seu coração

Fortalece o cérebro

Fortalece o sistema imunológico

Alho

Baixa o colesterol

Controla a pressão arterial

Previne o câncer

Mata  bactérias

Combate Fungos

Toranja

Protege contra ataques cardíacos

Promove a perda de peso

Previne as tromboses AVC

Previne o  câncer  da Próstata

Baixa o colesterol

Uva

Protege a Visão

Previne pedra nos rins

Previne o câncer

Aumenta o fluxo de sangue

Protege o seu coração

Chá Verde

Previne o  câncer

Protege o seu coração

Previne as tromboses AVC

Ajuda a perder peso

Mata bactérias

Mel

Cura Feridas

Ajuda a digestão

Previne contra Úlceras

Aumenta a energia

Combate alergias

Limão

Previne o câncer

Protege o seu coração

Controla a pressão arterial

Suaviza a pele

Elimina o escorbuto

Lima

Previne o câncer

Protege o seu coração

Controla a pressão arterial

Suaviza a pele

Elimina o escorbuto

Manga

Previne o câncer

Estimula a memória

Regula a tiroíde

Ajuda na digestão

Protege contra a doença de Alzheimer

Cogumelo

Controla a pressão arterial

Baixa o colesterol

Mata bactérias

Previne o câncer

Fortalece os ossos

Aveia

Baixa o colesterol

Previne o câncer

Combate a  diabetes

Evita constipação

Suaviza a pele

Azeite doce

Protege o seu coração

Ajuda a perder peso

Previne o câncer

Combate a diabetes

Suaviza a pele

Cebola

Reduz  risco de ataque cardíaco

Previne o câncer

Mata bactérias

Baixa o colesterol

Combate Fungos

Laranjas

Fortalece o sistema imunológico

Previne o câncer

Protege o seu coração

Favorece a respiração

Elimina o escorbuto

Peras

Evita a Constipação

Previne o câncer

Previne as tromboses AVC

Ajuda a digestão

 

Ananás

Fortalece os ossos

Alivia a febre

Ajuda a disgestão

Bloqueia a diarreia

 

Ameixas

Tarda o envelhecimento

Evita Constipação

Estimula a memória

Baixa o colesterol

Protege contra doença do coração

Arroz

Protege o seu coração

Combate a diabetes

Previne pedra nos rins

Previne o câncer

Previne as tromboses AVC

Morango

Previne o câncer

Protege o seu coração

Estimula a memória

Acalma o  stress

 

Batata doce

Protege a sua Visão

Levanta a disposição

Combate o câncer

Fortalece os ossos

 

Tomate

Previne o  câncer na próstata

Previne o câncer

Baixa o colesterol

Protege o seu Coração

 

Nozes

Baixa o colesterol

Previne o câncer

Estimula a memória

Melhora a disposição

Protege contra doenças do coração

Àgua

Ajuda a perder peso

Previne o câncer

Previne pedra nos rins

Suaviza a pele

 

Melância

Previne o câncer na próstata

Promove a perda de peso

Baixa o colesterol

 

 

A Adoração

(EVANGELHO DE JOÃO 4.23)

Jo 4.23- “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em ESPÍRITO e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”.  

SAMARIA

             Os Samaritanos devido a terem sido dominados por povos não Judeus durante muito tempo (2 Rs 17.6) e também por serem em sua maioria idólatras desde o tempo de Acabe com Jezabel (1 Rs 16.32), também fizeram alianças com idólatras (1 Rs 20.34; 2 Rs 1.3) , também esta região foi habitada por várias nações gentias que o rei da Assíria trouxe de Babel, e de Cuta, e de Ava, e de Hamate, e de Sefarvaim e a fez habitar nas cidades de Samaria (2 Rs 17.24) ficaram com uma maioria de "judeus mestiços", o que causou uma inimizade entre os outros judeus que não aceitavam que judeus se misturassem através do casamento com os gentios. Isso chegou ao ponto de os judeus de Judá não passarem pelo território de Samaria para chegarem até a Galiléia, preferiam passar por Decápolis e atravessar o Mar da Galiléia. 

A inimizade dentre esses irmãos de mesma descendência perdurou por muito tempo e JESUS quebrou esta regra (Mt 5.44) passando por Samaria quando estava indo para a Galiléia, evangelizando assim tanto a samaritana como toda a cidade dela; mais tarde vamos ver Filipe, o diácono e posterior Evangelista (At 6.5; 21.8)), evangelizando e tendo excelentes resultados nesse território.(At 8.6)

Cabe-nos esclarecer que os verdadeiros adoradores são aqueles que trabalham na obra do Senhor, dando suas vidas pela causa do mestre; embora muitos pensam que são os exclusivamente cantores. A adoração a DEUS é um estado constante em nosso espírito “recriado” (ligado a DEUS pelo novo nascimento, através do ESPÍRITO SANTO), não sendo determinada por momentos de louvor, mas uma vida de comunhão com o ESPÍRITO SANTO; neste capítulo 4, a palavra adoração aparece 10 vezes indicando-nos, a necessidade de atentarmos mais para esse fato tão importante. A verdadeira adoração exige serviço na obra de DEUS e dedicação em obedecer à vontade de DEUS e ganhar almas (esta é a prioridade da Igreja, a evangelização).  

Devemos lembrar-nos de que DEUS é ESPÍRITO e aqueles que desejam adorá-lo devem fazê-lo em espírito e em verdade, ou seja, dispensando os estímulos externos; com um coração sincero e temente a DEUS (A adoração é a expressão máxima da oração). Jamais devemos confundir a adoração com o louvor, pois:

1. - Louva-se a DEUS pelo que ELE fez ou faz, mas adora-se a ELE pelo que ELE é;

2. - O louvor é um agradecimento a DEUS, a adoração é um engrandecimento de DEUS;

3. - No louvor precisa-se da participação de outras pessoas e às vezes de instrumentos musicais, a adoração é individual e nasce dentro de nós, em nosso espírito;

4. - O louvor chega aos átrios, a adoração chega ao santo dos santos (presença de DEUS);

5. - No louvor são usados o corpo e a alma; na adoração são usados o corpo (mortificado), a alma (lavada no sangue de JESUS) e o espírito (“recriado”);

6. - Para louvar a DEUS não é preciso comunhão com o ESPÍRITO SANTO, pois até os animais o louvam (Sl 148, 149, 150); para se adorar a DEUS é preciso uma estreita comunhão com o ESPÍRITO SANTO, pois é ELE que nos transporta ao trono.

7. - O louvor é um aceno e cumprimento, a adoração é um abraço e um beijo cheio de amor.

8. - Tomemos como exemplo um marido que dá um fogão de presente à sua esposa e manda entregar em sua casa. A esposa louva ao marido pelo seu ato de amor, mas quando o mesmo chega em casa ela o abraça e beija agradecida e cheia de amor (isso é adoração).

9. - Para louvar não é preciso nascer de novo, para adorar só com espírito “recriado” (ligado a DEUS pelo novo nascimento, através do ESPÍRITO SANTO).

10. - Observação: Por isso se vê tão poucos adoradores e tantos que louvam.

11. Aos homens se aplaude (manifestação externa), a DEUS se adora (manifestação interna).

· Note que JESUS está dizendo para a mulher que os judeus adoravam a DEUS com a palavra de DEUS (em verdade, pois possuíam todos os escritos do Pentateuco até os profetas) mas suas bocas diziam uma coisa e o coração outra. Não adoravam em Espírito, só com a verdade.

· Os samaritanos adoravam em Espírito, pois não tinham nem o templo legítimo e nem a palavra (só adotavam o Pentateuco), faltava-lhes portanto a verdade.  

· JESUS está dizendo que chegou o tempo de adorar em Espírito e em Verdade, pois ele envia o ESPÍRITO SANTO àqueles que lhe aceitarem como senhor e salvador e estes aprenderão o real sentido da adoração.

· Veja que é DEUS que procura aos verdadeiros adoradores que o adoram em Espírito e em verdade.

· Não é nem no Monte Gerizim em Samaria (templo já destruído) e nem no Monte Moriá em Jerusalém (onde estava erigido um suntuoso templo construído por Herodes) - mas a verdadeira adoração a DEUS é feita onde você estiver, bastando para isso erguer o pensamento a DEUS e adorá-lo, entregando-se totalmente ao ESPÍRITO SANTO.

***Caim ofereceu sacrifício inferior ao de seu irmão Abel, pois Abel ofereceu sua própria vida a DEUS(verdadeira adoração), tipificada no cordeiro que foi imolado e derramado o seu sangue;Antítipo de CRISTO.(Gn 4.2-5;Hb 11.4)***Abraão por já ser velho não poderia oferecer sua vida, pois pouco lhe restava para viver aqui na terra, por isso DEUS lhe pediu uma vida mais preciosa, a de seu filho amado que já estava começando a ocupar o lugar que só era de DEUS, no coração do velho patriarca.***Moisés ofereceu sua vida quando deixou os seus 40anos de orgulho de ser filho da filha de um faraó e passar a ser pastor de ovelhas por mais 40 anos e depois passar mais 40 anos dirigindo o povo de DEUS pelo deserto, inclusive passando pelo Mar Vermelho, símbolo de batismo nas águas, morte. Se tivéssemos espaço e tempo falaríamos de tantos outros que entregaram a DEUS o melhor da adoração, suas próprias vidas. (Hb 11.4 Pela fé Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho das suas oferendas, e por meio dela depois de morto, ainda fala.5 Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus.===17 Pela fé Abraão, sendo provado, ofereceu Isaque; sim, ia oferecendo o seu unigênito aquele que recebera as promessas,===24 Pela fé Moisés, sendo já homem, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,===35 As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição;36 e outros experimentaram escárnios e açoites, e ainda cadeias e prisões.37 Foram apedrejados e tentados; foram serrados ao meio; morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados 38 (dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra.